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Faccionado que havia deixado presídio em MT é preso por Ordem da Justiça por lavagem de dinheiro do tráfico de drogas

A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos identificou movimentações bancárias superiores a R$ 295 milhões.

Redação
Por: Redação Fonte: José Carlos Araújo com PJC de MT
07/11/2026 às 12h00
Faccionado que havia deixado presídio em MT é preso por Ordem da Justiça por lavagem de dinheiro do tráfico de drogas
PJC - MT

O integrante de facção criminosa, apontado como um dos principais alvos da operação "Efatá", teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na sexta-feira (7), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

 

O suspeito, de 35 anos, havia saído recentemente da prisão, porém teve o mandado de prisão por regressão de pena expedido pela Justiça da Sorriso, por envolvimento em crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

 

Após tomar conhecimento do mandado de prisão em aberto, os policiais da Denarc iniciaram as diligências para localização do alvo, conseguindo realizar a sua prisão no momento em que ele saia de uma loja na região do CPA, em Cuiabá.

 

Após ter a ordem judicial cumprida, o suspeito foi condzido à delegacia para as providências cabíveis e posteriormente colocad à disposição da Justiça. 

 

Operação Efatá

A primeira fase da operação Efatá foi deflagrada em dezembro de 2025 para cumprimento de 148 ordens judiciais com foco na desarticulação de esquema criminoso milionário voltado à lavagem de dinheiro oriundo dos crimes de tráfico de drogas e integrar organização criminosa. 

 

A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos identificou movimentações bancárias superiores a R$ 295 milhões, realizadas por meio de empresas de fachada, em nome de laranjas e de pessoas jurídicas ligadas diretamente ao núcleo criminoso. 

 

Em agosto deste ano, foi deflagrada a segunda fase da operação para cumprimento de mais 20 ordens judiciais contra o mesmo grupo criminoso, dentre elas, o bloqueio de mais de R$ 41,2 milhões em ativos financeiros.

 

A segunda fase tinha como objetivo aprofundar a investigação sobre a estrutura de comando do grupo e atingir seu patrimônio e mecanismos financeiros. 

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